Mais representantiva entre as candidaturas coletivas, Guarnicê pode ser o primeiro mandato coletivo na Assembleia Legislativa do Maranhão

Gildean Farias 

As candidaturas coletivas não são uma novidade no processo eleitoral brasileiro. O primeiro registro é das eleições de 1994. Nas últimas eleições, porém, essa modalidade ganhou espaço — e votos — nas urnas.

Em 2022, 15 candidaturas coletivas concorrem a cadeiras na Assembleia Legislativa do Maranhão. Dentre estas, merece destaque o Coletivo Guarnicê (PT), que reúne três mulheres e dois homens com representatividade nos mais diversos setores.

O grupo é formado pelo professor, jornalista e militante dos direitos humanos, Francisco Gonçalves; pela liderança quilombola e quebradeira de coco, Nice Aires; pela mulher indígena, professora e educadora ambiental, Rosilene Guajajaras; pela assistente social, pesquisadora e militante dos direitos humanos, Margarete Cutrim; e pelo jovem de periferia, educador social e comunicador popular, Eni Ribeiro.

Como a candidatura mais representativa, o Guarnicê tem chances reais de ser o primeiro mandato coletivo na Assembleia Legislativa do Maranhão e repetir o pioneirismo do Coletivo Nós, também do PT, que foi eleito em 2020, o primeiro mandato coletivo da Câmara Municipal de São Luís.

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