Estado vai apoiar projetos para explorar potencialidades do babaçu na Baixada Maranhense

Na última quarta-feira (14) o autor do projeto “Palma Matarazzo”, Jayme Monjardim, apresentou ao governador Carlos Brandão relatório com ações e encaminhamentos para dar prosseguimento ao projeto nos municípios da Baixada Maranhense.

“Ficamos felizes em conhecer esse projeto que foca na produção do babaçu, que pode beneficiar muitas comunidades e gerar renda para as pessoas. Nós já temos várias cooperativas que beneficiam o babaçu e agora, com essa pesquisa, nós iremos apoiar esse projeto por meio da Secretaria de Agricultura Familiar. Entendemos que ele valoriza a nossa quebradeira de coco, essas mulheres que lutam e trabalham todos os dias para sustentarem suas famílias”, pontuou o governador.

Escritor e autor do projeto, Jayme Monjardim, conta que a obra é a realização de um sonho. “O Maranhão é um dos estados mais ricos que eu já vi, principalmente com as florestas de babaçu incríveis. A gente tá trabalhando com a palmeira, com a palma do babaçu que fornece tudo que a gente precisa para viver. A palmeira de babaçu consegue fornecer, por exemplo, leite, derivados de farinha, carvão, madeira, artesanato, óleo, produtos farmacêuticos e o Maranhão tem essas florestas de ouro”, disse o autor.

A ideia do projeto é montar um laboratório de alimentos, uma universidade da floresta e complexo de hotelaria. “Queremos utilizar toda a mão- de-obra dos maranhenses que vivem na Baixada. Estamos envolvendo os canoeiro, pescadores, o nosso trabalho será dar trabalho para essas pessoas, tentando trazer o máximo de alimentos e condições de sobrevivência”, declarou Jayme.

Também presente no encontro, Nelinha do Babaçu, criadora do projeto Babaçu, do município de Palmeirandia, vê como uma vitória o Maranhão possuir projetos tão importantes como esse. “O Maranhão é um estado muito rico, nossa cultura é incrível e o babaçu é só um desses tesouros. Quando a gente mostrar para o mundo que temos a floresta mais sustentável do planeta eles irão olhar para nós da maneira como sempre deveriam ter nos visto”, afirmou Nelinha.

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